quinta-feira, 30 de junho de 2011

Amigas

Coisa difícil de uma mulher ter na sua vida, é uma amiga de verdade. O que mais encontro por aí são coleguinhas, que estão dispostas a te acompanhar em todas as melhores festas, mas na hora do aperto, de te dar colo, cadê? Essas aí aparecem aos montes, mas aquelas amigas, aquelas de verdade, eu consigo contar em uma mão.

Amiga mesmo é aquela que passa o dia com você, fazendo nada, se entupindo de chocolate e falando de tudo. É aquela que te sacode e te mostra o quanto você está sendo burra. É aquela que corre pra sua casa quando você liga aos prantos, porque aquele fulaninho fez outra cagada. É aquela que não cansa de repetir que quem perdeu foi ele e que você merece coisa melhor. É aquela que escuta seus dramas e seus choros como se fossem as coisas mais sérias do mundo, enquanto outra pessoa falaria: “De novo?”.  É aquela que te acompanha no programa mais furado do ano e depois fica rindo horas com você, lembrando de tudo. É aquela que está nas suas histórias mais loucas. É aquela que fica em casa com você em plena sexta-feira só porque vocês está deprimida. É aquela que briga com você numa noite, e no outro dia te liga pra saber se você chegou bem em casa. É aquela que estuda física com você num domingo, só pra te ajudar. É aquela que some por apenas uma semana e sua mãe já pergunta: “Uai, cadê fulana?”. É aquela você pode ficar um mês sem ver, mas sabe que ela estará ali assim que você precisar. É aquela que te entende só com um olhar.

É, essas aí não estão em qualquer esquina, não. Elas te entendem, te apóiam, te escutam, te acompanham, te ajudam, te protegem e te divertem. Elas não exigem nada além do que você pode dar, não querem que você seja ninguém além de quem você é.

Por isso, mulheres, tomem conta das suas verdadeiras amigas. Daquelas que não te abandonaram por um homem, daquelas que não ficara com seu ex, daquelas que não ridicularizam suas aflições, daquelas que não saíram por aí  contando seus segredos.

São pouquíssimas, mas valem por mil.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Ser feliz não tem preço!

Por que as pessoas precisam de tanto pra pensarem que são felizes? Não estou falando dos que sonham muito, dos que amam muito. Estou falando dos que precisam ter muito, comprar muito, gastar muito para alcançar a felicidade, ou que eles acham ser felicidade. Digo isso, por que a felicidade, a verdadeira felicidade, não está no carro caro que você comprou, na jóia valiosa que você ganhou. A verdadeira felicidade está nos amigos que vão andar no seu carro com você, está no beijo e abraço sinceros que você recebeu junto com a jóia. Sim, ir ao shopping e comprar aquele sapato deslumbrante pode te dar um momento de prazer, mas não vai te fazer uma pessoa mais feliz.

Conheço pessoas que podem ter tudo o que quiserem materialmente falando, mas são sozinhas, não conseguem nem demonstrar afeto. Conheço outras que vivem com o estritamente necessário, não têm um carro, não compram roupas e sapatos todo mês, mas me parecem ser muito mais felizes do que as primeiras. Cheguei à conclusão de que essas sim, possuem a verdadeira riqueza. Aquela riqueza que dinheiro nenhum compra, a riqueza que está dentro de cada um, no amor que damos e recebemos, na nossa capacidade de fazer o simples ser extraordinário.

Ninguém precisa sair por aí jogando seu dinheiro pro alto, deixando seu emprego e desfazendo de todos seus pertences materiais. Compre o que você tem condições de comprar, vá onde você tem condições de ir, mas não coloque isso em primeiro lugar, não deixe que o dinheiro tome as rédias da sua vida.

Experimente olhar dentro das pessoas, e não para a roupa que estão usando, valorize quem está do seu lado, quem te ama e caminha com você. Lembre-se de que quem gosta de você, não precisa de presentes caros e cartões comprados prontos. Palavras carinhosas e sinceras valem muito mais. Beijos apaixonados valem muito mais. Abraços apertados valem muito mais. Cafunés valem muito mais. Sorrisos valem muito mais.  


quarta-feira, 22 de junho de 2011

What is love?


Love is...

(facebook da Nath Peçanha)

Docemente Louca

Aquele jeito espontâneo, de quem está em qualquer lugar, mas se sente na sala da sua casa.
Aquele alto astral natural. De onde vem tanta animação?
“Deixe que olhem, deixe que falem. Eu estou feliz assim!”.
 Viver intensamente é um compromisso daqueles inadiáveis.
E vive, vive muito, vive bem.
Aquele jeito de falar inconfundível. Aquela voz que rouba a cena em qualquer ocasião, como de quem tem o mundo pra contar.
Ah, aquelas palavras. Como pode alguém saber usá-las tão bem? Tem, tem o poder das palavras. O poder de tirar um sorriso em meio a lágrimas, de erguer uma cabeça enquanto as pernas tremem.
Chega de salto alto, perfumada e maquiada. Senta à mesa e fala do último jogo de futebol.
Brinca enquanto pode. Briga quando precisa.
Dança como se o mundo fosse acabar ali, naquela noite.
 É moleca e é mulherão.
 Duas em uma. Mistura leve, mistura doce. Docemente louca.

(Dedicado à minha amiga, minha companheira, minha irmã, Claudinha. Que nunca deixou minha vida em preto e branco, e sempre me ajudou a pintá-la com as cores mais vivas. Obrigada por tudo)



terça-feira, 21 de junho de 2011

Não se morda de ciúme!

Se tem uma coisinha poderosa para estragar ou salvar um relacionamento, essa coisinha é o ciúme. Tem a ver com a intensidade que ele te atinge e com a freqüência que você o expressa.
Sentir ciúme não recriminável, não é sintoma de loucura ou amor doentio. Sentir ciúme é normal, e quem falar que nunca sentiu, me desculpe, mas está no planeta errado! Ninguém é de ferro. 

Quando você está com seu namorado em uma festa, e aquela fulaninha fica dependurada no pescoço dele, falando sobre o quanto ela sente saudade dele, da época em que estudavam juntos... Sim, querida, você sente ciúme. Quando você sai com sua namorada e vocês encontram com o ex dela na fila do cinema, eles trocam algumas palavras, perguntam sobre a família... Sim, amigo, você sente ciúme. Gente, é inevitável e, digo mais, é completamente compreensível! Vamos admitir que é gostoso perceber, de vez em quando, que a pessoa que amamos sente um ciuminho da gente.

O problema começa no momento em que a tal “sementinha” passa a ser cultivada demais. Aí o ciúme vira o protagonista da história. Uma ida da namorada ao bar com as amigas, se transforma em um tormento. O namorado vai assistir ao jogo de futebol com os amigos? Parece que o mundo vai acabar.
É, isto mesmo que você está pensando, o namoro fica um saco! Cheio de picuinhas, discussões desnecessárias, insatisfação. Coisa chata, né? Não há quem agüente por muito tempo.

Por isso, eu digo: cuidar não é sinônimo de sufocar. Demonstre seu amor, seu desejo de ter aquela pessoa com você, sem querer roubar a individualidade dela. Você deve ter ao seu lado quem quer isso por vontade própria, e não porque você obriga. Não, não seja boba ou bobo e aceite tudo que o outro faz. Não, não seja indiferente em relação a tudo que outro faz, ele pode achar que isso é sinal de desinteresse. A questão é, tenha sensibilidade e senso pra relevar certas coisas, tratá-las com mais naturalidade. E, o mais bacana, use o ciúme a seu favor! Na dose certa, ele pode até fazer bem pro seu namoro.

Dica do dia

Pré-venda, até dia 20 de julho, do novo disco do cantor-compositor Chico Buarque!

Notícia sobre o novo CD

Site do CD

E, por fim, a música que, pra mim, é uma das mais lindas de Chico Buarque: Futuros Amantes

Coisas da vida

É impressionante como a vida é cheia de surpresas! A perda de um emprego pode ser a descoberta de um novo talento. O fim de um relacionamento pode ser o começo de uma nova vida. Uma ida à padaria pode ser o encontro com seu grande amor. E é isto o que há de mais bonito em viver: o recomeço, o inusitado, o inesperado, o impossível possível. Isso faz a arte de viver fascinante!

Decepção não mata, perder não é o fim, errar não é motivo de vergonha. Basta saber ler os sinais que a vida dá, pra gente se reerguer, dar a volta por cima, aprender e amadurecer com os "tombos" inevitáveis na trajetória de cada um. E assim a gente segue, errando e acertando... vivendo!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tati Bernardi

Gente, uma super amiga minha me mostrou este texto da Tati Bernardi, tudo a ver com o blog!

"Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa.
Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar.
Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"

MUITO BOM!

O sapo encantado

Não agüento esta falsa idéia disseminada por aí, de que as mulheres procuram homens perfeitos e por isso, ficam sozinhas. Não!  Nós não queremos homens perfeitos!!!! Muito pelo contrário, já topamos com alguns por aí que querem ser e, na verdade, são uns chatos. Isso mesmo: CHATOS!

Nós não queremos um príncipe, só queremos um cara realmente legal! Não é aquele homem que te chama pra ir ao restaurante mais caro da cidade, te busca em casa com um bouquet de rosas tão grande que dá pra você mergulhar lá dentro. É aquele cara que liga em plena noite de terça-feira perguntando como você está. Não é um homem que fica te dando chocolate na sua boca enquanto você rosna de tanta TPM. É apenas aquele cara que aceita que isso vai acontecer todo mês, queira ele ou não, e que respeita seu espaço nesses dias tão difíceis, sem ficar reclamando aos quatro ventos sobre o quanto você está estressada ou sensível. Não é o homem que paga a conta do jantar. É aquele cara que te chama pra ir na sua lanchonete preferida. Não é o homem educadíssimo, que não fala alto, não fala palavrão, não bebe e te deixa até sem jeito com tanto cavalheirismo. É aquele cara que abre a porta do carro pra você, mas que também ri das suas besteiras e fala as dele, te ajuda quando você fica bêbada e não te olha com recriminação quando você fala um simples palavrão.

O cara ideal é muito diferente do homem perfeito. Não os confunda! O homem perfeito é previsível, é entediante e chega a ser constrangedor, porque, eu não sei se vocês já pararam pra pensar nisto, mas o homem perfeito tende a exigir a perfeição de você também, querida! Não anda impecável não, pra você ver. Já era! Esse homem tem uma forte de tendência de se achar o máximo e não merecer nada menos que isso. O cara ideal não. Esse é aquele cara bacana, que sabe te tratar de formas diferentes em momentos diferentes. Que é o genro querido nos jantares de família, mas tem A pegada que te deixa até bamba quando vocês estão a sós. Que não liga se você sair com ele de short, rasteirinha e rabo de cavalo e que te dá aqueeeeele beijo quando percebe que o fulano da outra mesa não para de olhar pra você. É quem fala na sua cara que não concorda com o que você fez na noite anterior e na noite seguinte te manda uma mensagem: “Vamos sair?”.  É com esse cara que você pode ser você mesma, sem precisar fazer tipo, sem precisar ser a princesinha pra ser amada e desejada.

Pois então, marmanjos de plantão, podem ir arrumando outra desculpa pra não terem uma mulher, porque essa do “homem perfeito”, não cola mais.
No fim das contas, o que fica de verdade nas nossas vidas não é o príncipe encantado, e sim o sapo gente boa. 

Primeira vez

Bom, já que esta é minha primeira postagem, nada melhor do que falar sobre a tão comentada e temida "primeira vez". Ela nos acompanha desde muito pequenos, mas antes de nos tornamos mais ou menos donos e conscientes de nossas ações, seu efeito amedrontador e sua grandiosidade afetam mais aos nosso pais do que a nós mesmos.
Então pulemos a parte das primeiras palavras, primeiros passos e primeiro dia na escola, e vamos direto às primeiras vezes que são mais marcantes pra gente. São tantas! O primeiro beijo, a primeira viagem sozinho, a primeira transa, o primeiro namoro, o primeiro jantar com a sogra, o primeiro dia na faculdade, o primeiro dia no trabalho... e por aí vai! As opções são diversas, mas têm muito em comum. Sabe aquele "friozinho na barriga"? Aquela sensação de que largou alguma coisa que estava dentro de você pra trás? Ah, as tais "borboletas no estômago". Tenho pra mim que não há ninguém que não tenha sentido isso e que igualmente, não há ninguém que não se lembre desse momentos. As mãos suam, as pernas tremem, o coração dispara e ás vezes dá até vontade de dar meia volta e desistir.
Mas o legal é isso, mesmo com a leve sensação de não não saber o que fazer, continuar, seguir em frente e, mesmo com alguns tropeços, ir até o fim. Afinal, não há como fugir, "pra tudo tem uma primeira vez!".